sábado, 6 de abril de 2013

Dois anos sem Jackson Lago. A morte de Jackson Kleper Lago foi um fato político.


                      
Seres humanos como Jackson Lago não morrem jamais.
São pessoas movidas por ideais, sonhos, esperanças, utopias e demais coisas que dão sentido à nossa existência aqui neste mundo.
Vai-se a matéria, a carne e o ser. Fica a alma, a chama, os valores e os ensinamentos de quem só pensava em fazer o bem para o próximo e para o seu povo.
A morte de Jackson Lago foi um fato político lamentável porque pouco anos antes da vida deixá-lo, foi “morto” no que tinha de mais marcante: a vontade de trabalhar pelo Maranhão e pelos maranhenses, a quem ele dedicou toda a sua trajetória de militante político e social.
É chato falar sobre a morte ou sobre as causas da morte do primeiro governador de esquerda da história do Maranhão.
E como considero a morte do líder trabalhista maranhense um fato político, não irei cair na tentação de apontar uma única causa ou um único responsável pela aceleração do fim da vida de uma das pessoas mais carismáticas que conheci.

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