quinta-feira, 9 de maio de 2013

Cinco testemunhas são ouvidas durante a manhã a respeito da morte de Décio Sá

              Caso Décio Sá; 18 já prestaram depoimento sobre o crime
Os depoimentos das testemunhas envolvidas na morte do jornalista Décio Sá prosseguiram na manhã desta quarta-feira (8).

Cinco, das dez testemunhas previstas, já foram ouvidas. O primeiro foi um empresário do ramo automobilístico, citado no processo por terrelacionamento com prefeitos que estariam envolvidos com agiotagem. O empresário pediu que os acusados saíssem da sala durante o seu depoimento, para depois afirmar que não conhecia nenhum dos envolvidos no crime e nem o jornalista Décio.

A segunda testemunha foi uma funcionária pública, que mora em uma casa pertencente àmãe de Fábio Aurélio do Lago e Silva, o "Fábio Bochecha". A funcionária afirmou que viu várias pessoas frequentando a casa da mãe de Fábio, entre eles Jhonatam e o próprio Bochecha.

A terceira testemunha foi a irmã de Marcos Bruno, suspeito de ser o motoqueiro que deu fuga à Jhonatan após ele ter matado Décio Sá, e ex-companheira de Shirliano Graciano, também arrolado no processo e que está foragido. A mulher apenas confirmou sua relação com os acusados e foi dispensada.

A testemunha seguinte foi um vigilante que prestava serviços a Gláucio Alencar. Ele afirmou que presenciou uma discussão entre o empresário e uma outra pessoa, que ele não soube identificar.

A última testemunha da manhã foi uma professora que teria comprado a moto utilizada no dia da morte do jornalista. Ela afirmou que deu a moto ao seu irmão, e que esse repassou o veículo para uma terceira pessoa, que ela não conhecia.

A sexta testemunha, justo o irmão da professora, foi dispensada

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