domingo, 2 de fevereiro de 2014

Dilma inicia última etapa de mandato como favorita para 2014

                EXAME.com
Dilma Rousseff, presidente do Brasil
Dilma encara a última etapa de seu primeiro mandato com o respaldo de mais da metade dos brasileiros (56%), segundo uma pesquisa publicada pelo Ibope em dezembro
São Paulo- A presidente Dilma Rousseff inicia nesta quarta-feira o último dos quatro anos de seu primeiro mandato e aparece como favorita para vencer as eleições presidenciaisque serão realizadas em outubro, apesar de ainda não ter confirmado oficialmente sua aspiração à reeleição.
Após três anos de intenso trabalho e diversos desafios, tanto econômicos como sociais, Dilma encara a última etapa de seu primeiro mandato com o respaldo de mais da metade dos brasileiros (56%), segundo uma pesquisa publicada pelo Ibope em dezembro.
A governante manteve uma elevada aprovação desde sua posse, mas sua avaliação pessoal desabou por conta da onda de protestos sociais que sacudiram o Brasil em junho, embora meses depois e após dar resposta a algumas das reivindicações, recuperou parte de sua popularidade.
Com relação à gestão de seu Governo, Dilma conta com um apoio popular maior que tinham tanto seu antecessor e mentor político, Luiz Inácio Lula da Silva, como Fernando Henrique Cardoso no último de seus primeiro quatro anos de mandato, no qual ambos foram reeleitos.
Enquanto 41% dos brasileiros consideram 'excelente' ou 'bom' o Governo de Dilma na última pesquisa realizada pela Datafolha em 2013, essa porcentagem era apenas de 28% para Lula em dezembro de 2005 segundo a mesma empresa e de 37% para FHC em dezembro de 1997.
Embora ainda não tenha se pronunciado sobre se voltará a ser candidata do PT nas eleições presidenciais de outubro, as pesquisas apontam que caso concorra ao cargo, a chefe de Estado contaria com intenções de voto que permitiriam ser reeleita sem necessidade de disputar um segundo turno.
As enquetes dão à Dilma intenções de voto próximas de 50%, enquanto nenhum de seus possíveis rivais superaria 20%, exceto a ecologista Marina Silva, que caso seja candidata do Partido Socialista Brasileiro (PSB), formação à qual filiou-se recentemente, alcançaria cerca de 25%.
Apesar de seu silêncio, tanto o PT e como seu líder máximo, Lula, defenderam em mais de uma ocasião a candidatura de sua afilhada política.

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