terça-feira, 29 de julho de 2014

Conheça a História do Eleitor Cachorro.



Seu José é um senhor um cidadão Brasileiro uma pessoa sem estudo mais de um coração hospitaleiro,
 Certa vez supreedeu  um Doutor  com suas palavras e bom humor sendo- lhe bem verdadeiro.
Era tempo de campanha política e o Doutor se  paroximou  pedindo - lhe seu voto, puxou a cadeira e se sentou foi logo se apresentando depois ficaram conversando e seu José assim falou.
Doutô num sô covarde de nenhum luta num corro daqui Pra lá num morro Tô com a alma ferida e quero lhe contá a vida Deste eleitô cachorro.
Doutô quando eu vim do mato Lá eu era um caçadô Tinha um cachorro véi  E ele muito me ajudô   muitas vez matô a fome da famia deste Com as caças que acuô.
Mas eu num lhe dava comida e o cachorro se adoentô Nas minhas idas pro mato Mais nunca me acompanhô ,Ai  fui vê Que num dava bom dicumê Aquem tanto me ajudô.
Ele era tão bom de caça! Acuava peba, tatu , cutia, Quando a caça chegava Era sé aquela alegria! Mas hoje tenho remorso porque só lhe dava os ossos Das carne que eu comia.
E por ser tão bom de caça no mato era um guerreiro Durmia  lá no burrai Bem no fizim do terrero, Eu quase lhe mato de fome Ele só ganhô  o nome Chamado de brasileiro.
Ai que fui percebê  Que no mundo tem castigo pois eu pude vê,
nesta boa hora eu digo, Maltratei meu companheiro E que eu fiz com o brasileiro
Também fizero comigo.
Brasileiro se acustumô assim.
E hoje nunca quis mudá Quanto mais se passa o tempo, Mais  abestaiado tende a ficá,
Hoje mesmo todo véi e quebrado E se eu lhe dé um chamado Já que o bichim vem pra cá.
O Brasileiro sabe tudo tudo que passô E parece num se importá, So basta um instalá nos dedo pro bichin se animar, Vem cum o rabo entre as pernas Leva um tapa, nem berra... E no ponto prá tudo está.
De quatro em quatro ano é ano de eleição, aparece gente de todo lado querendo sê bom cidadão as promessas inté são boa e engana as pessoas que fica tudo na mão.
E depois que come as carne, com as cunvesras de Deutô, Mais nunca mostra as cara imbora sim sinhô! Vão e num diz nem tchau Quem fica no au, au...É o pobre de eleitor.
Depois que se elege vira as costa prá lá, e o pobre  do eleitô que serviu  pará lhe adujá  Nunca mais é exergado e até  prá lhe dá um recado Tem que prá  isso se humilhar.
Entra ano e sai ano e cada vez eu me comovo, Entra os nosso governante Mas na disgraça tá  o povo , vatamo tudo iludido, Mas nós nunca é acudido E é a merma coisa dinovo.
Eu cansei de sê como brasileiro Ajudô e não foi ajudado, Alem da vida de cachorro Que a vida já tem me dado, Terminá como ele eu num vô pois me cansei seu douto De nunca sê enxergado.
brasileiro se cansô Num presta mais prá caçar Eu tambem tô cansado Num posso mais trabaiá Ainda sô um eleitô Mas me desculpe seu doutô Num presto mais prá votá.
Já votei para deputado, Governo senadô, Presidente da republica prefeito e veradô,  A eleição já tá chegano E o povo ainda votano Em quem nunca e enxergô.
Me desculpe se doutô Não quero lhe agravá Só contei  minha vida Você pode analisá  Infelizmente seu doutô Quero dizê pro sinhô Que não sirvo mais prá votá."
O candidato ouviu aquilo não teve o que refutar Admirou a sinceridade Daquele humilde lugar ficou ali calado Boquiaberto e admirado Com o que acabara de escutar.
E dali o candidato saiu Um pouquinho   desconfiado Apertou a mão de seu josé Dizendo - lhe muito obrigado, Seu josé nem sabe se ele foi eleito Se era vereador  ou prefeito, Mas aquilo nele ficou marcado.
''Então meu bom (e) eleitor Que tipo de cachorro é você ?Tá chegando outra eleição Gente começando a aparecer, Com  as conversas e propostas e nas mesmas lorotas prá tentar se eleger.
E depois  que se elegem  Abandonam a população ainda vão comemorar com cerveja e camarão, Mangando dos eleitores Em são Luis do Maranhão.
 No meio da sacanagem, da politica e da corrupção no antro da cachorrada que há em toda região alem de levar esporro o pobre eleitor cachorro  é caçado polo o politico cão.
Por isso (e) eleitor cachorro cuidado com a cachorrada! tá chegando a outra eleição e tá solta a bicharada, não coma só as sobras sua hora é só agora, de ter face enxergada.

                     (AUTOR:ANTONIO KLEBER)

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